28/06/2023 às 17h29min - Atualizada em 28/06/2023 às 17h29min

Nestlé lança coleção de cards nostálgicos de NFTs para apoiar SOS Mata Atlântica

Cinco artistas plásticos brasileiros criaram 10 artes principais que terão réplicas de imagens de animais ameaçados de extinção convertidas em NFTs



Sempre atenta às novas tecnologias e inovação conectadas com as mudanças da sociedade, a Nestlé lançou uma coleção de NFTs que resgata os cards nostálgicos da marca de chocolates Surpresa - sucesso nos anos 1980 e 1990 - para apoiar a SOS Mata Atlântica. Serão 10 artes originais e mais 40 réplicas, com variações de fundo e cores em relação. Os 10 tokens com artes principais custam R$500 - já suas réplicas giram em torno de R$ 25 a R$ 250. Todos estão disponíveis para compra no site da empresa. Todo o valor arrecadado com a venda dos cards será destinado para a preservação do bioma.

 

Essa iniciativa nasceu com um firme compromisso com o meio ambiente. A fonte de inspiração foram os cards colecionáveis da edição especial Mata Atlântica, produzidos pela marca Surpresa em 1987, que exibiam a fauna rica do bioma. Neste cenário, a equipe de inovação da Nestlé concebeu um plano para potencializar ainda mais suas iniciativas na Web3 e tokens digitais – especialmente os NFTs -, usando este propósito como catalisador, entregando valor e visibilidade para a causa. A iniciativa conta com a participação de cinco artistas plásticos brasileiros: Helena Cintra, Larissa Constantino, Rômolo D’Hipólito, Carla Barth e Vilson Vicente. Cada um possui uma linguagem proprietária e uma conexão com causas ambientais, trazendo personalidade e significado para as imagens exclusivas criadas.

 

“A Nestlé começa a navegar no universo da Web3 e da tokenização, antecipando novas possibilidades e oportunidades. Prova disso é o lançamento desse projeto inovador, que une arte e tecnologia a serviço de um compromisso da companhia com a sustentabilidade. Nosso grande objetivo é contribuir com o meio ambiente, além de resgatar memórias afetivas e nostálgicas em torno de uma marca que fez história”, explica Denis Chamas, Gerente Sênior de Inovação e Novos Modelos de Negócios da Nestlé Brasil.

 

A marca Surpresa foi um grande sucesso nos anos 1980 e 1990. O grande atrativo da marca foi sua proposta única de levar a temática animal com os bichos em relevo nas barras e com cards colecionáveis que vinham junto com o chocolate, que traziam imagens de diferentes espécies de animais divididos por ecossistema - no verso havia informações sobre nome científico, habitat, hábitos alimentares, reprodução e particularidades. “O projeto vem para resgatar memórias afetivas e nostálgicas em torno do chocolate que fez história para muitas gerações. Aqui, somamos algo que foi sucesso nos anos 80, em uma nova proposta, resgatando uma memória que conecta com um forte propósito e compromisso ambiental da Nestlé”, diz Mariana Marcussi, Head de Marketing de Chocolates na Nestlé Brasil.

 

Para dar vida a esta ideia, a Nestlé fortaleceu sua colaboração com a SOS Mata Atlântica, uma parceria que já produz resultados notáveis na preservação de espécies nativas e na conservação do bioma da Mata Atlântica.
 

“Apoiar organizações não governamentais e iniciativas que ajudam a conservar o bioma se torna cada vez mais necessário. A SOS Mata Atlântica construiu sua história por meio da mobilização contínua, educação, tecnologia, políticas públicas e articulação em rede para consolidar iniciativas socioambientais no território brasileiro. A Mata Atlântica é o bioma com mais espécies ameaçadas no Brasil, como é o caso do mico-leão dourado, da onça-pintada, do boto-cinza, entre outros. Mas podemos mudar essa história com a restauração das florestas”, comenta Luís Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da SOS Mata Atlântica.

 

Como diferencial, a ação contará com a compensação de carbono, realizada pela Atmmos, empresa que desenvolve soluções integradas de compensação socioambiental para empresas. Isso significa que cada NFT gerado na rede consome energia e, por consequência, gera emissão de carbono. A partir do trabalho da Atmmos será possível certificar que a coleção terá sua emissão de carbono neutralizada.

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